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FAQ

  • O que é um drone?
    O termo” drone” é utilizado popularmente para descrever qualquer aeronave (ou mesmo outro tipo de veículo) que possua alto grau de automatismo. No entanto, como não há uma definição formal para o termo, a regulamentação da Agência não utiliza essa nomenclatura, mas sim “aeromodelos” e “aeronaves remotamente pilotadas” (RPA). O que diferencia essas duas categorias de drones é a sua finalidade: Aeromodelo É toda aeronave não tripulada com finalidade de recreação. Aeronave Remotamente Pilotada (RPA) É uma aeronave não tripulada pilotada a partir de uma estação de pilotagem remota que tenha qualquer outra finalidade que não seja recreativa, tais como comercial, corporativa e experimental. O Drone está sendo aplicado em diversos setores como segurança, mapeamento, geo-processamento, agricultura, produção de Imagens e até mesmo entregas como alguns testes feitos com pizzas. A gigante do comercio via internet AMAZON, Já está testando a entrega de encomendas por Drone. Em português, o dispositivo pode ser chamado também de VANT, acrônimo para veículo aéreo não tripulado, ou VARP, sigla para veículo aéreo remotamente pilotado — “drone” é uma palavra em inglês, que significa zangão. É óbvio que os drones utilizados na guerra são diferentes daqueles que a Amazon tentou usar para fazer entregas. Mas este tipo de dispositivo, que foi “importado” da indústria bélica, vem ganhando cada vez mais aplicações úteis e geniais dentro da sociedade. Os antepassados dos drones modernos surgiram ainda no século XIX. Os registros mais antigo de um veículo aéreo não tripulado foram os chamados “balões austríacos”. Eles nada mais eram do que balões com explosivos com os quais a Áustria atacou a cidade italiana de Veneza, em 1849. Criado para a guerra Os torpedos aéreos controlados por rádio utilizados durante a Segunda Guerra Mundial também estão na árvore genealógica dos drones. Diversos modelos foram sendo aprimorados e utilizados durante o período da Guerra Fria, especialmente para fins de reconhecimento. Os anos 80 marcaram grande desenvolvimento para os drones. Uma das primeiras vezes em que uma versão moderna deste equipamento foi a campo foi em 1981, quando o exército da África do Sul usou drones israelenses em combates contra Angola.
  • Qual tamanho e tipo de nomenclatura utilizadas nos drones?
    Em relação ao tamanho do equipamento, o DECEA não faz diferenciação na nomenclatura. A diferença entre RPAS e aeromodelo reside no propósito de uso. Internacionalmente são utilizados alguns temos como o SUAS (Small Unmanned Aircraft System), sendo uma vertente do UAS. Entre as classes operacionais de UAS, nós podemos encontrar: VLL – Very Low Level Aeronaves Remotamente Pilotadas que operam abaixo de 500ft (pés) de altura, geralmente possuem baixa autonomia (cerca de 20 a 30 minutos). MALE – Medium Altitude and Long Endurance Aeronaves Remotamente Pilotadas que alçam voos entre 10.000 e 30.000ft (pés) de altitude e possuem grande autonomia, podendo voar por mais de 15 horas ininterruptamente. HALE – High Altitude and Long Endurance Aeronaves Remotamente Pilotadas que alçam voos acima de 30.000ft (pés) de altitude e possuem grande autonomia, podendo voar por mais de 15 horas ininterruptamente. Atualmente, surgiram os HAPS – High Altitude Pseudo Satellite, Aeronaves Remotamente Pilotadas que alçam voos acima de 60.000 ft (pés), com enorme autonomia, podendo voar por mais de 80 horas, e possuem o objetivo de funcionar como uma repetidora na transmissão de dados, tal qual um satélite.
  • Drones podem voar próximo a aeroportos e aérodromos?
    Alguns equipamentos, atualmente, possuem sistemas conhecidos como No-Fly Zones (NFZ) ou Geo Fence que os impedem de serem acionados, quando no interior, ou entrarem voando em áreas previamente determinadas. Em atenção à questão da regulamentação, o assunto em tela é passível de exigência caso julgado necessário pela autoridade competente em conformidade com o artigo 15 da Lei nº 7.565 (Código Brasileiro de Aeronáutica), cujo teor aborda que “por questão de segurança da navegação aérea ou por interesse público, é facultado fixar zonas em que se proíbe ou restringe o tráfego aéreo, estabelecer rotas de entrada ou saída, suspender total ou parcialmente o tráfego, assim como o uso de determinada aeronave, ou a realização de certos serviços aéreos”. somente será permitida a operação a partir de aeródromos compartilhados com aeronaves tripuladas, se expressamente autorizada pelo administrador do respectivo aeródromo e pelo órgão ATS local (se houver), ficando sujeito à paralisação das operações tripuladas no solo e no circuito de tráfego, conforme abaixo especificado: a) Decolagem – do momento do acionamento dos motores da RPA até a saída do circuito de tráfego; b) Pouso – do momento da entrada no circuito de tráfego até a parada total da RPA e corte dos motores Ou seja, o voo RPA dentro do aeródromo não poderá ser conjunto às operações das aeronaves tripuladas. Em 11 de Novembro de 2017 o aeroporto de Congonhas ficou fechado por 2 horas pois estava sendo sobrevoado por um drone, este tipo de voo é totalmente irregular pois não teve autorização das autoridades competentes e não respeitou as normas da ANAC através do ICA 100-40.
  • Qual melhor câmera para Drone e a resolução das fotos e vídeos capturadas?
    As câmeras dos nossos drones, foram desenvolvidas pela DJI que é líder mundial na fabricação de Drones mundialmente, embarcando em seus produtos a última palavra em captação e estabilização de imagens, sendo utilizada pelas grades produtoras cinematográficas de Hollywood. Utilizar uma câmera nativa do fabricante do drone, faz toda a diferença pois ela foi desenvolvida especialmente para captação de imagens aéreas. A câmera é colocada em um Gimbal que é um cardam de três eixos que corrige automaticamente os movimentos indesejado no voo, mantendo a fluidez de vídeo. Hoje oferecemos uma câmera equipada com um sensor de 20 megapixels de 1 polegada sendo capaz de gravar em 4K / vídeo 60fps e stills modo burst em 14 fps, trazemos imagens de qualidade e definição superior a qual só era encontrado antes em câmeras DSLR de solo. Sensor1″ CMOS Effective pixels: 20MLensDOV 82º 8.8mm/24mm (35mm format equivalente) f/2.8 f/11 auto focus at 1m – ∞ISO RangeVídeo: 100 – 3200 (Auto) 100 – 6400 (Manual)Photo: 100 – 3200 (Auto) 100 – 12800 (Manual)Mechanical Shutter Speed8 – 1/2000sEletronic Shutter Speed8 – 1/8000s Vídeo • C4K: 4096×2160 24/30/48/60p • 4K: 3840×2160 24/30/48/60p • 2.7K: 2720×1530 24/30/48/60p • FullHD: 1920×1080 24/30/48/60/120p • HD: 1280×720 24/30/48/60/120p
  • Quais locais os drones não podem voar?
    Em quais áreas são proibidos os voos com Drone? São proibidos os voos sobre infraestruturas críticas, áreas de segurança, aglomerações de pessoas e trajetórias utilizadas por outras aeronaves. NOTA 1: São consideradas infraestruturas críticas às instalações, serviços e bens que, se forem interrompidos ou danificados, provocaram sério impacto social, econômico, político ou à segurança, tais como: redes elétricas, usinas hidroelétricas, usinas termoelétricas, usinas nucleares, redes de abastecimento de água ou gás, barragens ou represas, redes de comunicação (como, por exemplo, sítios de antenas) ou de vigilância da navegação aérea (como, por exemplo, radares de vigilância aérea), dentre outras. NOTA 2: São consideradas áreas de segurança: refinarias, plataformas de exploração de petróleo, depósitos de combustível, estabelecimentos penais e áreas militares.
  • Qual o alcance dos drones e os tipos de drones?
    Existem dois critérios para estipular o alcance máximo de um drone. O primeiro e mais importante é o alcance máximo legal, ou seja, a altura e distância máximas que você poderá operar um drone dentro da legislação vigente em seu País. O segundo e a capacidade de operação do rádio que pode variar de acordo com a localidade, mais em média os Drones mais populares chegam a 7KM, porém em grandes centros onde existe interferências de outras frequências como torres de comunicação de rádio, tv e Celular esta distância pode cair bastante. A alcance também leva em conta a bateria que pode várias de 20 a 30 minutos nos modelos mais populares, porém o vento e um fator determinante para este tempo de bateria pois o Drone vai ter um consumo maior de energia para vencer a barreira do vento e conseguir uma estabilização melhor. Aqui no Brasil o Drone foi regulamentado em 05 de Maio de 2017 e publicado pela ANAC através do ICA 100-40 que fala sobre: Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro. Download do regulamento ANAC CLASSIFICAÇÃO DOS DRONES Os drones de uso comercial, corporativo ou experimental (RPA) foram categorizadas em três classes, de acordo com o peso máximo de decolagem do equipamento. Drones com mais de 150 quilos Drones com peso entre 25 e 150 quilos Drones com mais de 250 gramas e menos de 25 quilos Pela regra geral, os drones com mais de 250g só poderão voar em áreas distantes de terceiros (no mínimo 30 metros horizontais), sob total responsabilidade do piloto operador e conforme regras de utilização do espaço aéreo do DECEA. Caso exista uma barreira de proteção entre o equipamento e as pessoas a distância especificada não precisa ser observada. Para voar com drones com mais de 250g perto de pessoas é necessário que elas concordem previamente com a operação, ou seja, a pessoa precisa saber e concordar com o voo daquele equipamento nas proximidades onde se encontra. Idade mínima para pilotagem Para pilotar aeronaves não tripuladas RPA, os pilotos remotos e observadores (que auxiliam o piloto remoto sem operar o equipamento) devem ter no mínimo 18 anos. Para pilotar aeromodelos não há limite mínimo de idade. Tipos de Operação com Drone Operação BVLOS – Operação na qual o piloto não consegue manter o drone dentro de seu alcance visual, mesmo com a ajuda de um observador. Operação VLOS – Operação na qual o piloto mantém o contato visual direto com o drone (sem auxílio de lentes ou outros equipamentos). Operação EVLOS – Operação na qual o piloto remoto só é capaz de manter contato visual direto com o drone com auxílio de lentes ou de outros equipamentos e precisa do auxílio de observadores de drone. Documentos obrigatórios durante as operações Nas operações realizadas com aeronaves não tripuladas (aeromodelos e RPA) com peso máximo de decolagem superior a 250g, os operadores deverão portar documentos obrigatórios. Dentre eles estão o manual de voo, documento de avaliação de risco e apólice de seguro. Seguro RETA (Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador Aéreo) É obrigatório possuir seguro com cobertura contra danos a terceiros nas operações de aeronaves não tripuladas de uso não recreativo acima de 250g (exceto as operações de aeronaves pertencentes a entidades controladas pelo Estado). Uso de drones por órgãos de segurança pública As operações de drone por órgãos de segurança pública, de polícia, de fiscalização tributária e aduaneira, de combate a vetores de transmissão de doenças de defesa civil e do corpo de bombeiros, ou de operador a serviço de um desses, são permitidas pela ANAC sem observar os critérios de distanciamento das áreas distantes de terceiros. Essas operações devem ocorrer sob total responsabilidade do órgão ou operador e possuir avaliação de risco operacional. Devem também obedecer as regras de utilização do espaço aéreo estabelecidas pelo DECEA. IMPORTANTE! As operações totalmente autônomas desses equipamentos, ou seja, naquelas onde o piloto remoto não é capaz de intervir, continuam proibidas no país. Essas operações diferem-se das automatizadas, nas quais o piloto remoto pode interferir em qualquer ponto. O Fluxo abaixo faz um resumo de como funciona o processo do ICA 100-40:
  • Sob quais as condições climáticas um drone pode voar?
    Os Drones podem ter o voo prejudicado por causa de correntes de ventos mais fortes e, por isso, é fundamental checar a previsão do tempo. É importante verificar a velocidade do vento e previsão de chuva. Vale lembrar que não é recomendado colocar o drone em ação caso esteja chovendo, nem em locais com temperatura muito baixa, já que isso pode danificar a bateria e demais equipamentos internos caso ele não esteja preparado para este ambiente. Atualmente alguns modelos de Drones são capazes de voar sobre chuva porém são usados para operações específicas para esta função.
  • Quais componentes compõe o drone?
    Cada setup precisa de peças compatíveis para funcionar. Mas como regra geral, o mínimo necessário é:Cada setup precisa de peças compatíveis para funcionar. Mas como regra geral, o mínimo necessário é: 1. Rádio controle profissional (TX), geralmente de 2.4Ghz, no mínimo 4 canais, ideal acima de 6 canais 2. RX – receiver do rádio controle, que recebe os comandos do piloto e transmite para a placa controladora 3. Placa controladora com diversos sensores: determina os ajustes automáticos de nivelamento e obedece ao piloto, controlando a velocidade de cada motor independentemente, enviando seus os seus sinais para o ESC 4. ESC (Eletronic Speed Controller ou Conntrolador Eletrônico de Velocidade) ajusta a velocidade de cada motor. O ESC é a ponte reguladora de energia entre a bateria e os motores. Cada motor precisa de 1 ESC. 5. Motor: geralmente motores “trifásicos” sem escova, chamados de brushless, convertem a energia elétrica da bateria (vindas pelo ESC) em energia mecânica para as hélices. Possuem ímãs de neodímio, balanceamento perfeito, além de minúsculos rolamentos. 6. Hélices: o que garante sustentação do equipamento em voo. São usados em pares (exceto tricóptero), num quadricóptero por exemplo 2 rodam num sentido e as outras 2 rodam em outro sentido, justamente para eliminar o torque rotacional e o drone não precisar de rotor de cauda como um helicóptero precisa. 7. Bateria de lipo (lithium polymer ou polímetros de lítio): uma bateria das mais modernas que garante alta taxa de descarga (dezenas de ampères) e alta densidade de energia. Geralmente são usadas baterias de 3 células de lipo (3S) até 6S, onde cada célula possui 3.7V de tensão nominal. A capacidade da bateria é medida em mAh, ou seja, a quantidade de amperes que ela consegue fornecer em 1 hora. Quanto maior a bateria, maior tempo de voo, até um certo limite, visto que as baterias são pesadas, e o peso influencia no tempo de voo; 8. Frame: a parte física do equipamento, onde são aparafusados as peças acima. São classificados por tipo (para quadris, hexa, etc), bem como materiais que são fabricados, etc; 9. Carregador de bateria de lipo 10. Acessórios, Opcionais diversos ou ferramentas: a. Voltímetros para apitar avisando que a bateria está acabando b. Abraçadeiras de velcro para prender a bateria c. Conectores de alta corrente para baterias do tipo XT60, Dean T Plug, banana ou JST d. Conectores dos ESC x motores (plug banana) e. Fios de silicone f. Abraçadeiras de nylon para fixação dos equipamentos g. Espumas dupla-face para amortecimento de vibrações h. Spinner ou adaptador de hélices com o motor. i. Trem de pouso j. Rádio link de telemetria para exibição dos sensores a partir de notebook k. Link de bluetooth para monitorando via sistemas Android l. Tela de LCD ou OLED para configuração ou ajustes em campo usando o rádio controle m. Balanceador de hélices para eliminar o jello effect em câmeras, como a GoPro, Mobius ou outras; 11. Opcional sistemas de FPV (First Person View – ou visão em primeira pessoa) – fpv a. Câmera para transmissão ao vivo b. OSD – On Screen Display – forma um hud, uma sobreposição de texto sobre o vídeo transmitido com informações vitais do voo, como altitude, velocidade, tensão da bateria, satélites gps, etc. c. Transmissor de vídeo, de 900Mhz, 1.2Ghz, 2.4Ghz ou ainda 5.8Ghz d. Antenas especiais polarizadas, circular polarizada, clover leaf ou ainda patch direcional e. Receptor de vídeo de mesma frequência com as devidas antenas f. Bateria para o receptor de vídeo g. Tela de LCD, TV, notebook com placa de captura para exibição do vídeo ao vivo transmitido h. Ou ainda usar óculos de realidade virtual como FatShark, Ocullus, etc i. Gravador de vídeo DVR com cartão de memória para armazenar o vídeo transmitido.
  • Quais penalidade pode sofrer quem pilota um drone irregularmente?
    O Código Brasileiro de Aeronáutica – CBA (Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986) orienta a apuração e a aplicação das sanções administrativas através de várias penalidades previstas em seu artigo 289, inclusive multa, para quando o piloto de aeronaves infringir quaisquer orientações citadas neste regulamento ou qualquer ação, cumulativa ou não, que configure descumprimento a este e aos demais regulamentos afetos ao acesso ao espaço aéreo. A Junta de Julgamento da Aeronáutica (JJAer), prevista no Decreto nº 7.245, de 28 de julho de 2010, tem por finalidade apurar e aplicar as penalidades e providências administrativas previstas no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e na legislação complementar, por condutas que configurem Infrações de Tráfego Aéreo e descumprimento das normas que regulam o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). O Regulamento da Junta de Julgamento da Aeronáutica (Portaria nº 09 – DGCEA, de 05 de novembro de 2011) delineia as particularidades, os valores de multa e as orientações inerentes ao processo administrativo supracitado. A apuração das infrações e aplicação das sanções administrativas, descritas e previstas ao voo RPAS, não eximem seus responsáveis daqueles atos que se constituam infração ou crime nas demais esferas do Direito Cível, Criminal e de todas as demais aplicáveis. Para repreender a atividade irregular, os órgãos reguladores podem se utilizar do Art. 290 do CBA, o qual preconiza que a autoridade aeronáutica poderá requisitar o auxílio da força policial para obter a detenção dos presumidos infratores ou da aeronave que ponha em perigo a segurança pública, as pessoas ou coisas, nos limites do que dispõe o CBA. O uso irresponsável do espaço aéreo poderá ser enquadrado, conforme o caso, nas leis abaixo especificadas: Decreto Lei 2.848/1940 – Código Penal Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente. Art. 261 – Expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea. Lei 7.565 – Código Brasileiro de Aeronáutica – CBA Art. 289 – Na infração aos preceitos deste Código ou da legislação complementar, a autoridade aeronáutica poderá tomar as seguintes providências administrativas: I – multa. Art. 291- Toda vez que se verifique a ocorrência de infração prevista neste Código ou na legislação complementar, a autoridade aeronáutica lavrará o respectivo auto, remetendo-o à autoridade ou ao órgão competente para a apuração, julgamento ou providência administrativa cabível. § 1° Quando a infração constituir crime, a autoridade levará, imediatamente, o fato ao conhecimento da autoridade policial ou judicial competente Lei 10.406/2002 – Código Civil Art. 186 – Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Decreto Lei 3.688/1941 – Lei das Contravenções Penais Art. 33 – Dirigir aeronave sem estar devidamente licenciado. Art. 35 – Entregar-se na prática da aviação, a acrobacias ou a voos baixos, fora da zona em que a lei o permite, ou fazer descer a aeronave fora dos lugares destinados a esse fim.
  • Quem pode pilotar um drone e que autorização preciso?
    No caso de drones para uso não recreativo, o piloto deverá ter mais de 18 anos, obedecendo à regulamentação da ANAC ICA 100/40 e não estar sob efeito de drogas e álcool, independente do peso do equipamento. Para os drones de maior porte, acima de 25 quilos, será exigida uma habilitação especial para o piloto com Certificado Médico Aeronáutico e também registro de voo. Drone com menos de 250 gramas não é necessário registro de voo, acima deste peso é necessário o registro de voo no site SARPAS do DECEA http://servicos.decea.gov.br/sarpas/, O SARPAS foi desenvolvido com o objetivo de facilitar a solicitação de acesso ao Espaço Aéreo para o uso de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAS/DRONES) no Espaço Aéreo Brasileiro. O tempo para aprovação da solicitação de voo no sistema SARPAS pode variar de acordo com a localidade informada, altura, raio de voo, características da operação pretendida e peso do equipamento. Podendo variar de 45 minutos a 18 dias de antecedência em relação ao início das atividades, conforme capítulo 12 da ICA 100-40
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